Os 300 de Espart(ilho)


O texto foi escrito em 2007   Eles acordaram cedo, pegaram seus escudos, lanças e espadas e marcharam rumo ao norte. Marcharam pela liberdade, por suas mulheres e filhos, pela sobrevivência. Eles acordam cedo todos os dias, pegam seus casacos, guarda-chuvas e mochilas e andam até o ponto de ônibus, vindos da Zona Norte. Andaram … Continuar lendo Os 300 de Espart(ilho)

Sintomas


E nessa sociedade que passa muito tempo em frente a tela, meus dedos começam a ser mais expressivos que minha própria face… e meus textos, por vezes, mais curtos     (e sem pontuação final – uma eterna lacuna aberta nas ideias que não se fecham)

Escritos não lidos…


Texto de 14 de janeiro de 2011 Sabe do quê eu gosto? Da sensação, do som… das folhas de um livro bem grande passando por entre os dedos. Não quero lê-lo, quero apenas folhear. Às vezes rapidamente. Quem sabe de maneira irritantemente lenta para quem me visse. Olhar tudo e não atentar a nada. Não … Continuar lendo Escritos não lidos…

Como cães e urina


Outro dia li uma frase dessas de efeito que, traduzida educadamente, sugeria a seguinte questão: Sejamos como os cães, aquilo que não pudermos comer ou transar com, basta mijarmos em cima. À primeira vista é uma piada, depois talvez se torne uma grosseria, mas, por fim, me pareceu um conselho, mas um desses inúteis. Não … Continuar lendo Como cães e urina

Tudo o que é sólido… talvez nem sólido seja – ou da insustentabilidade da (pós)Modernidade


Rabisquei este texto na parte de trás da folha de um outro que estava lendo. Ele deve ser da última semana de março, mas acho que vale reproduzir. Chamam nossa era de Pós-moderna, mas algo permanece em nós da era anterior (já que tanto gostam de classificar, o Modernismo), ou melhor, uma coisa levou à … Continuar lendo Tudo o que é sólido… talvez nem sólido seja – ou da insustentabilidade da (pós)Modernidade