Renan De Simone

Tag: pressa

  • Jogar-se na cama

    Jogar-se na cama

    Eu me jogava mais na cama quando jovem. Mãos abertas, braços esticados, espreguiçando… Quedava-me assim por alguns segundos, talvez um minuto, e logo levantava e ia fazer outras coisas, mas me jogava. Seja na minha casa, no lar dos meus avós, ou quando estava de férias em algum outro local, eu me jogava, espalhava, depois…

  • Ainda importam…

    Ainda importam…

    Falemos das coisas da alma, do alto, das coisas do espírito que ainda importam. Falemos do sorriso, do olhar, do estar presente, mesmo sem falar. Que possamos respirar, piscar com calma e sentir a vida que percorre a veia, nem sempre com pressa. Pare para ler, para refletir o porquê de estarmos correndo tanto… Ainda…

  • Os ossos colam de novo

    Os ossos colam de novo

    É clichê, eu sei! Mas a repetição contida no fato de que cada estação traz consigo um novo ciclo, uma nova oportunidade de renascimento, talvez signifique que essa é uma verdade que temos de prestar atenção. Se no outono as folhas caem, preparando o terreno para o inverno, talvez esse período de quietude seja mais…

  • A culpa é do micro-ondas

    A culpa é do micro-ondas

    O micro-ondas, ao permitir aquecer um único prato rapidamente, é uma metáfora perfeita para a individualização crescente em nossa sociedade. Antigamente, preparar uma refeição era um ato comunitário. As panelas fervilhando no fogão cozinhavam alimentos que seriam compartilhados entre todos na casa e à mesa, promovendo interação e união.

  • Não é sobre faturar, é sobre o que basta

    Não é sobre faturar, é sobre o que basta

    Se eu por inteiro a desejava mais que tudo, mais que tudo a desejava por inteiro meu eu!

  • Seja isso o que for

    Seja isso o que for

    Escrevo, converso, dou risadas, gosto de ver despencar sorrisos daqueles que amo e desejo bem, e curto abraços, fortes, apertados, com vontade, e com boas palavras sussurradas ao ouvido

  • “Não” à massa que aturde

    “Não” à massa que aturde

    Lirismo para nos salvar da maldade, da ansiedade, do medo e, muitas vezes, de nós mesmos.

  • O que descobri

    O que descobri

    Me permiti fazer algo que quase ninguém fez naquele momento: escutei os mais velhos, suas canções, prestei atenção às suas histórias, suas vidas, ensinamentos, erros, seus filmes e o que os transformou no que eram. Reconheci suas dores, narrativas e como a vida tem um pouco de si mesma em tudo que vive, ou seja,…