11 Dicas de escrita baseadas no livro CAFAJESTE


Pensando um pouco na trajetória de criação de CAFAJESTE, decidi compartilhar o que acredito serem dicas úteis para quem está nessa saga da escrita, seja para um conto, livro, crônica, roteiro ou qualquer história que você queira contar.

CAFAJESTE: a construção da capa


A maior sacada do Matheus Negrão foi essa: toda a imagem é marcada por impressões digitais, o símbolo mais óbvio em nossa sociedade para falar de identidade. Mas ela não é clara e bem definida, é suja, misturada, perdida entre elementos, entre si mesmo, a paisagem em que se vive. Ao mesmo tempo em que essa identidade marca Arthur, ela também o desfaz, o dissolve, integra e desintegra…

O que descobri


Me permiti fazer algo que quase ninguém fez naquele momento: escutei os mais velhos, suas canções, prestei atenção às suas histórias, suas vidas, ensinamentos, erros, seus filmes e o que os transformou no que eram. Reconheci suas dores, narrativas e como a vida tem um pouco de si mesma em tudo que vive, ou seja, o que estavam me vendendo, de que eu era diferente de todos que já estiveram por aqui por ser jovem, era mentira!

Angra dos Reis (SL) – especial Dark


“A culpa é toda sua e nunca foi”
Depois de ver seus amados morrerem, reaparecerem e os traírem de diversas formas, seria normal que não acreditassem em ninguém. Entretanto, chega um momento em que a dor é tanta que sobra apenas uma paz melancólica no peito ao se encarar um possível fim. E é aí que estavam, e é nesse ponto que se pode dar ouvidos ao que antes parecia impossível, a quem tanto se amou e quem tanto se odiou.

A verdade do “viadinho”


Não é a palavra, é a atitude. Tem muito “viadinho” pagando de macho alfa, de romântico, de mulher empoderada, de influencer, de professor, coach, chefe e, o pior: muito viadinho pagando de amigo, de amiga, de gente em que se pode confiar, mas que não deveríamos.

Não se pode dizer exatamente que…


De que vale?
Casaram sem serem arrebatados pela paixão. Cecil trabalhou sem ser tomado pela ânsia do propósito. Frequentaram jantares sem nunca se embriagarem, se perderem numa dança deliciosa e sem cantar em voz alta uma música que mexesse com o coração.

O piquenique – os sinais


– Um… piquenique? – Sim, cara, um piquenique. Acha que fui abusado demais? – Abusado? Você tá maluco? Você quer sair com essa garota há pelo menos uns seis meses e a primeira oportunidade que tem de chamá-la para ir a qualquer lugar, repito, qualquer lugar, você fala que quer fazer um piquenique? – Me … Continuar lendo O piquenique – os sinais

Para minha mãe amada!


Segue a música, segue a vida, segue a batida, do meu coração e do seu. Pois que, se a vida palpita forte em meu peito assim, bate intenso porque ele foi você quem me deu…

As manchas de cores


Dizem que falo bastanteQue demoro para chegar ao pontoSou um livro da tua estanteDesfecho de um longo conto Esse mundo não sabe mais aproveitarAs pequenas coisas de uma narrativaNão diferenciam detalhes que embelezam o arNem a coisa apressada daquela que é ativa Deus fez tanta coisa belaTanto para contar e viverNatureza simples, complexa e até … Continuar lendo As manchas de cores