Seja isso o que for


Escrevo, converso, dou risadas, gosto de ver despencar sorrisos daqueles que amo e desejo bem, e curto abraços, fortes, apertados, com vontade, e com boas palavras sussurradas ao ouvido

Livre e sagrada


Há algo de sagrado nela, algo que é difícil de identificar e de dizer. Talvez seja sua liberdade… É isso! Ela é sagrada e livre, como uma linha sem ponto final, eternamente aberta

Ainda melhor que a morte


Poemas contra o fim do mundo. A salvação lírica:

Às vezes, é preciso rir para não chorar
Outras ir para poder ficar
Às vezes nosso amor é uma vingança
Outras é prisão sem chave, sem fiança…

CAFAJESTE: a sinopse


Humor sagaz, sexo, e uma dose chocante de realidade e verdade compõem esse homem conquistador. Você pode odiá-lo, mas saiba que seu desejo é viver os prazeres de hoje acima de tudo. Caso se apaixone… bem, é por sua conta e risco. Ele já anunciou: é um Cafajeste e não se envergonha disso!

11 Dicas de escrita baseadas no livro CAFAJESTE


Pensando um pouco na trajetória de criação de CAFAJESTE, decidi compartilhar o que acredito serem dicas úteis para quem está nessa saga da escrita, seja para um conto, livro, crônica, roteiro ou qualquer história que você queira contar.

CAFAJESTE: a construção da capa


A maior sacada do Matheus Negrão foi essa: toda a imagem é marcada por impressões digitais, o símbolo mais óbvio em nossa sociedade para falar de identidade. Mas ela não é clara e bem definida, é suja, misturada, perdida entre elementos, entre si mesmo, a paisagem em que se vive. Ao mesmo tempo em que essa identidade marca Arthur, ela também o desfaz, o dissolve, integra e desintegra…