Coisas que não deveriam acontecer numa segunda

P9160007Coisas que não deveriam acontecer numa segunda-feira aconteceram hoje antes das 11h00 da manhã.

Você tem um final de semana ótimo e isso já deixa o dia de labuta meio sem cor em comparação aos anteriores, mas tem sol, calor, tudo o que você gosta, então bora!

Daí um amigo posta fotos de um ano incrível, que já faz uns oito anos, e um monte de lembranças invade a mente. Isso é delicioso, mas também nostálgico, pois, mesmo não sendo sua melhor época fisicamente (vamos combinar que o cavanhaque não combinava com o cabelo de algodão-doce), você gostava da liberdade e sensação de formar o mundo.

E então a playlist randômica rola um “Filtro solar”, com o Bial falando da vida e da importância que as coisas tem e a nostalgia alcança níveis absurdos.

Você já está relembrando coisas da vida, caminhos, momentos, etc… E então um amigo te chama e te rememora de que, por volta de 2003/2004, você e ele tinham um projeto de um livro de humor e que escreviam pequenos esquetes e textos de stand up. Projetos engraçadíssimos que se perderam em alguma esquina da vida quando decidiram pensar em vestibular e trabalho.

Aí a sensação que te invade é a de que perderam algum tipo de onda, pois, poucos anos depois, vários artistas começaram a se firmar na área com esse modelo de humor. E dá mó vontade de falar algo do tipo “ei, eu fazia isso antes…”. Mas você sabe que as escolhas foram suas, você realizou outras coisas no lugar daquelas e, vamos combinar, ninguém é dono de nada nessa vida. Ideias e momentos estão aí para serem aproveitados.

Obrigado segunda-feira! Obrigado por lembrar tudo que eu já fiz e o que ainda não fiz também. Mas valeu por simbolizar que muita coisa ainda pode rolar. O que vou estar lembrando daqui a 10 anos, afinal, se ainda estiver vivo?

Publicado por

RDS

Jornalista, escritor, metido a poeta e comediante. Adorador de filmes e livros, quem sabe um filósofo desocupado. Romântico incorrigível. Um menino que começou a ter barba. Filho de italianos, mas brasileiro. Emotivo, sarcástico e crítico, mas só às vezes.

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